Quem eu queria que me desse
O que eu sempre esqueci
De pedir em minha prece
Sabe,
O que me deu na hora
Só o moço da janela viu
Nem eu pude entender
Do que o beijo me serviu
Na hora eu apaguei
E acordei no mesmo instante
Foi como se o sonhar
Ficasse cada vez menos distante
Eu podia até correr
Como eu sempre tenho feito
Mas aquela dona me prendeu
De tal maneira... foi perfeito.
Depois do vento forte
Veio o trovão de não sei onde
E desatando a nossa mão
Eu maldito fui pra longe
Agora eu sou só um traço
Um risco triste sem escolha
Fico gravado no caderno
Esquecido na última folha.
Dj.
--x--
Cara, hoje eu mudei o nome do Blog porque eu acho que o último título não tinha mais muito a ver, sabe? Então... Acho que esse novo tem mais a ver. A última folha do caderno é onde eu rabisco e tal. Pensei nele hoje na aula de química enquanto via ela, linda de morrer, dormir... Gente, um anjo.
Morri. (Que que tem a ver???)
Axé!
Ah... Alguém pode ouvir Baden Powell? Tipo, foda!
-Dica: Disco de 1961 - Um Violão na Madrugada.
Ahá!
